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Sulfato De Terbutalina Injetável 0,5MG/ML 1ml (Bricanyl) Genérico - União Quimica

Sulfato De Terbutalina Injetável 0,5MG/ML 1ml (Bricanyl) Genérico - União Quimica

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DESCRIÇÃO
Sulfato De Terbutalina Injetável 0,5MG/ML 1ml (Bricanyl) Genérico - União Quimica

Apresentação

Solução injetável: caixa com 100 ampolas de 1 ml. Cada ampola contém: sulfato de terbutalina... 0,5 mg Veículo: cloreto de sódio, ácido clorídrico, água para injeção.

Indicações

Asma brônquica, bronquite crônica, enfisema e outras pneumopatias que apresentem broncoespasmo. Também é indicado como miorrelaxante uterino no manuseio do trabalho de parto prematuro não complicado.

Contra-indicações

O sulfato de terbutalina é contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Em obstetrícia: infecção intrauterina, pré-eclâmpsia grave, placenta prévia, hemorragia pré-parto de qualquer etiologia, compressão do cordão umbilical ou qualquer outra condição da mãe ou do feto que contra-indique o prolongamento da gravidez.

Advertências

Gerais: como para todos os agonistas beta-2, deve-se observar pacientes com tireotoxicose e pacientes com distúrbios cardiovasculares graves, como cardiomiopatia hipertrófica, isquemia cardíaca, taquidisritmia ou insuficiência cardíaca grave. Devido ao risco de hiperglicemia recomenda-se realizar testes de glicose sangüínea em pacientes diabéticos. Hipocalemia potencialmente séria pode resultar da terapia com agonistas beta-2. Cuidados especiais devem ser tomados em asma aguda grave, pois o risco associado pode ser aumentado por hipóxia. O efeito hipocalêmico pode ser potencializado por tratamentos concomitantes (ver Interações Medicamentosas). É recomendável que os níveis séricos de potássio sejam monitorados nestes casos. Este medicamento deve ser administrado somente pela via recomendada para evitar riscos desnecessários.

Uso na gravidez 

Categoria de risco, segundo FDA: B Não foram relatados efeitos teratogênicos em humanos e em animais, entretanto recomenda-se cautela durante o primeiro trimestre da gravidez. Como para qualquer outra droga, a terbutalina somente deve ser usada durante a gravidez se, a critério médico, os benefícios potenciais superarem os possíveis riscos. Hipoglicemia transitória tem sido relatada em bebês prematuros após tratamento da mãe com agonistas beta-2. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Amamentação: a terbutalina passa para o leite materno, entretanto, nas doses terapêuticas, a influência na criança é improvável. Como para qualquer outra droga, a terbutalina somente deve ser usada durante a amamentação se, a critério médico, os benefícios potenciais superarem os possíveis riscos.

Interações medicamentosas

Beta-bloqueadores, incluindo os colírios, especialmente os não-seletivos, podem inibir parcial ou totalmente os efeitos dos agonistas beta. A solução injetável de sulfato de terbutalina não deve ser misturada com soluções alcalinas (pH > 7,0). Hipocalemia pode resultar de terapia com agonistas beta-2, e pode ser potencializada com tratamento concomitante com derivados de xantina, esteróides e diuréticos.

Reações adversas / Efeitos colaterais 

A intensidade das reações adversas depende da dosagem e da via de administração. A titulação da dose inicial freqüentemente reduz as reações adversas. As reações adversas relatadas são todas características das aminas simpatomiméticas, como: tremor, cefaléia, cãibras musculares e palpitações. A maioria desses efeitos, quando ocorrem, reverte espontaneamente dentro das duas primeiras (1-2) semanas de tratamento. Podem ocorrer urticária e exantema. Distúrbios do sono e de comportamento, como: agitação, hiperatividade e inquietação, têm sido observadas. Quando são usadas altas doses de sulfato de terbutalina durante o tratamento de parto prematuro, as mães diabéticas podem desenvolver hiperglicemia e lactacidose. Nessas pacientes deve-se monitorar a glicose e o balanço ácidobásico. Altas doses de estimulante beta-2 podem causar hipocalemia como resultado da redistribuição de potássio, mas geralmente não necessita de tratamento. Foram relatados casos de edema pulmonar com o tratamento de parto prematuro. Também foi descrito um aumento da tendência ao sangramento em cesarianas (administrar beta-bloquedor).

Posologia

Adultos: 0,5 a 1 ml por via subcutânea, até o máximo de quatro vezes ao dia. Crianças: ¼ a ½ da dose do adulto, a critério médico. No manuseio do trabalho de parto prematuro, as doses  devem ser individualizadas, tomando-se em referência a supressão das contrações uterinas, aumento da freqüência cardíaca e alterações na pressão sangüínea, que são fatores limitantes do uso de beta-2 estimulantes nesta indicação. Esses parâmetros deverão ser cuidadosamente controlados durante a administração do medicamento. Sugerimos diluir 5 mg (10 ampolas) em 1000 ml de soro glicosado 5% (a solução preparada contém 5 mcg/ml e deve ser usada dentro de 12 horas) e administrar endovenosamente a uma velocidade de 20 a 30 gotas/ minuto. Terbutil não deve ser diluído em soluções alcalinas. Solução salina deve ser evitada, pois pode aumentar o risco de edema pulmonar. Se a solução salina tiver que ser usada, o paciente deve ser cuidadosamente monitorado. Pode ser adicionado a soluções de infusão em garrafas de vidro ou bolsas plásticas de PVC.

Superdosagem

Os possíveis sinais e sintomas da superdosagem são: cefaléia, ansiedade, tremor, cãibras musculares, palpitações e arritmia. Pode ocorrer queda da pressão sangüínea. Hiperglicemia e lactacidose podem ocorrer. Agonistas beta-2 podem causar hipocalemia como resultado de redistribuição de potássio e geralmente não requer tratamento. Normalmente, nenhum tratamento é requerido. Se houver suspeita de que quantidades significantes de terbutalina tenham sido ingeridas, as seguintes medidas devem ser levadas em consideração: lavagem gástrica, carvão ativado. Determinar o balanço ácido-básico, glicemia e eletrólitos. Monitorar o ritmo cardíaco e a pressão sangüínea. O melhor antídoto para a superdosagem com sulfato de terbutalina é um agente beta-bloqueador cardiosseletivo (como metoprolol), mas drogas bloqueadoras de beta-receptores devem ser usadas com precaução em pacientes com história de broncoespasmo. Deve-se administrar um expansor de volume se a redução da resistência vascular periférica mediada pelo beta-2 contribuir significativamente para a queda da pressão sangüínea. Em trabalho de parto prematuro: edema pulmonar – uma dose normal de um diurético tipo salurético (como furosemida) deve ser aplicada endovenosamente. Aumento na tendência ao sangramento em cesariana: administrar beta-bloqueador endovenosamente.

 

Informações

A terbutalina é um agonista adrenérgico que estimula predominantemente os receptores beta-2, produzindo relaxamento do músculo liso bronquial, inibição da liberação de espasmógenos endógenos, inibição do edema causado por mediadores endógenos, aumento do movimento mucociliar e relaxamento do músculo uterino. Após a injeção subcutânea, o efeito broncodilatador se inicia dentro de 5 minutos e o efeito máximo é alcançado dentro de 30 minutos. A terbutalina é metabolizada principalmente por conjugação com ácido sulfúrico e excretada como sulfato conjugado, não sendo formados metabólitos ativos. A meiavida plasmática é de aproximadamente 16 horas. Após a administração endovenosa ou subcutânea, 90% da terbutalina é excretada pelos rins em 48-96 horas, sendo 60% de terbutalina não metabolizada. O maior efeito tóxico da terbutalina observado em estudos toxicológicos é a necrose miocárdica focal. Este tipo de cardiotoxicidade é um efeito clássico bem conhecido, e o efeito da terbutalina é igual ou menos acentuado do que aqueles de outros agonistas beta-receptores. A terbutalina tem sido largamente usada por muitos anos para promover alívio do broncoespasmo, sem identificação de qualquer área de preocupação.

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