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Lidocaína 2% Gel 30G (Xylocaína) - Hipolabor (Genérico) - Lidocaína 2% Gel 30G (Xylocaína) - PHARLAB

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  • Descrição

A venda desse medicamento é restrita, pois nós somos distribuidores, que ao contrário de farmácias, não fazemos retenção de receitas médicas. A comercialização via CPF é permitida para profissionais que possam responder pelo uso desse medicamento, como Médicos, Médicos Veterinários, Dentistas e Biomédicos com habilitação em estética, tendo a obrigatoriedade de enviar a cópia frente e verso de suas respectivas carteiras profissionais, em um dos nossos canais de atendimento; e-mail: atendimento@hospitalardistribuidora.com.br , ou WhatsApp (18) 99764-2232. A venda para CNPJ deverá ser enviado nos mesmos canais de contato, as cópias do Alvará SanitárioCertificado de Regularidade Técnica e o Contrato Social.


 


Referência


Xylocaína Geléia 2% 


 


Apresentação de Lidocaína Geléia 2%


USO ADULTO E PEDIATRICO Via uretral. Geléia. Embalagem com bisnaga contendo 30 g. COMPOSIÇÃO Cada 5 g contém: cloridrato de lidocaína..100 mg Excipientes q.s.p. ... 5 g Excipientes: hipromelose, hidróxido de sódio, ácido clorídrico, metilparabeno, propilparabeno e água para injeção.


 


Lidocaína Geléia 2% - Indicações


XYLOCAÍNA Geléia 2% é indicada como anestésico de superfície e lubrificante para: - A uretra feminina e masculina durante cistoscopia, cateterização, exploração por sonda e outros procedimentos endouretrais. - O tratamento sintomático da dor em conecção com cistite e uretrite.


Contraindicações de Lidocaína Geléia 2%


XYLOCAÍNA Geléia 2% é contraindicado: - em pacientes com hipersensibilidade conhecida aos anestésicos locais do tipo amida ou aos outros componentes da fórmula; - em pacientes com hipersensibilidade ao metil ou propilparabeno ou ao seu metabólito, o ácido paraminobenzóico (PABA). Formulações de lidocaína contendo parabenos devem ser evitadas em pacientes alérgicos ao anestésico local éster ou ao seu metabólito PABA.


 


Advertências


Doses excessivas ou pequenos intervalos entre as doses podem resultar em níveis plasmáticos altos e reações adversas graves. Os pacientes devem ser instruídos a aderir estritamente à posologia recomendada (o controle das reações adversas graves pode requerer o uso de equipamento de ressuscitação, oxigênio e outros fármacos para ressuscitação), ver item Superdose. Após a instilação na uretra e bexiga, a absorção é baixa. Portanto, XYLOCAÍNA Geléia 2% deve ser usada com cuidado em pacientes com mucosa traumatizada e/ou sépsis no local da aplicação. Pacientes tratados com fármacos antiarrítmicos classe III (ex.: amiodarona), devem ser monitorados e o monitoramento do ECG deve ser considerado, uma vez que os efeitos cardíacos podem ser aditivos. Se a dose ou a administração resultar em altos níveis sanguíneos é provável que alguns pacientes necessitem de atenção especial para prevenir efeitos adversos potencialmente perigosos: - Pacientes com bloqueio cardíaco parcial ou completo. - Pacientes idosos e pacientes debilitados. - Pacientes com doença hepática avançada ou disfunção renal grave. - Pacientes com bradicardia. - Pacientes com choque grave. - Pacientes com epilepsia. XYLOCAÍNA Geléia 2% é possivelmente um porfirinogênico e deve ser somente prescrito à pacientes com porfiria aguda em indicações fortes ou urgentes. Precauções apropriadas devem ser tomadas para todos pacientes porfíricos. Para informações referentes a ajuste de dose para pacientes idosos e pacientes debilitados, crianças, pacientes com doenças agudas ou pacientes com sépsis, ver item Posologia. Outros locais de administração não recomendados devem ser evitados devido aos efeitos indesejáveis desconhecidos. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: dependendo da dose do anestésico local, pode haver um efeito muito leve na função mental e pode prejudicar temporariamente a locomoção e coordenação.


 


Interações medicamentosas de Lidocaína Geléia 2%


A lidocaína deve ser usada com precaução em pacientes recebendo agentes estruturalmente relacionados aos anestésicos locais, uma vez que os efeitos tóxicos são aditivos. Estudos de interações específicas com lidocaína e drogas anti-arrítmicas classe III (ex.: amiodarona) não foram realizados, porém deve-se ter cuidado.


 


Reações adversas / Efeitos colaterais de Lidocaína Geléia 2%


Reações adversas por ordem decrescente de gravidade. 1. Toxicidade sistêmica aguda: A lidocaína pode causar efeitos tóxicos agudos se altos níveis sistêmicos ocorrerem devido à rápida absorção ou superdosagem (ver itens Características Farmacológicas e Superdose). As reações adversas sistêmicas são raras e podem resultar de níveis plasmáticos elevados devido à dosagem excessiva, à rápida absorção, à hipersensibilidade, à idiossincrasia ou à reduzida tolerância do paciente. As reações podem ser: - Reações do SNC incluem: nervosismo, tontura, convulsões, inconsciência e, possivelmente, parada respiratória. - Reações cardiovasculares incluem: hipotensão, depressão miocárdica, bradicardia e, possivelmente, parada cardíaca. 2. Reações alérgicas: Reações alérgicas (nos casos mais graves, choque anafilático) aos anestésicos locais do tipo amida são raras (<0,1%). Outros constituintes da geléia, por exemplo, metilparabeno e propilparabeno também podem causar este tipo de reação.


 


Resultados de eficácia


Valkevic DS et al., em um estudo de 18 pacientes submetidos a cistoscopia sob anestesia tópica via intrauretral com 10 ml de lidocaína na forma geléia 2% 5 minutos antes do procedimento, obtiveram como resultado um menor grau de dor nos pacientes que receberam lidocaína na forma geléia em relação aos que não receberam (pela escala analógica visual de dor 1,6 e 4,87, respectivamente). Os autores concluem que a lidocaína na forma geléia 2% é efetiva e tolerada pelos pacientes nos procedimentos de cistoscopia (Valkevic DS et al. Pharmacology & Toxicology 2001; 89(suppl 1): 135-6, abs 546).